Menu
 
Untitled Document

Untitled Document

Desaparecidos
 

Daniele S. Teles




Untitled Document


Brasil: Terça-feira - 09/02/2010


Atenção usuários vindo do Buscador Google: Em caso de dificuldades
em ver as páginas deste site, por favor cópie e cole nosso endereço na barra de endereços ou no próprio Google: www.webpointclub.com
Para facilitar suas visitas Clique aqui e adicione nos Favoritos. Seja bem-vido(a)!

**Site totalmente sem fins lucrativos**


 





 
Nossa sugestão: A CIDADE QUE MATOU A ESTRELA (Mozzambani) e EMBRULHOS (Mozzamban
Autor: Web Point Club - 676 Leituras
 
     Uma excelente sugestão para nossos usuários.  Conheça o autor Luiz Mozzambini Neto e suas obras e no final desta página você verá um link para ser encaminhado ao Blog de Mozzambini.
"Em muitas ocasiões a leitura de um livro fez a fortuna de um homem, decidindo o curso de sua vida." (Ralph Waldo Emerson)


A CIDADE QUE MATOU A ESTRELA
 
  
Clique para ampliar

          A CIDADE QUE MATOU A ESTRELA usa uma cidade fictícia, Ibitirama, para falar da minha, da sua, da nossa cidade através de personagens alegóricos que bem poderiam ser você, e na verdade é.
        
        Trata-se de um mergulho profundo no lado obscuro da política de nossas cidades burguesas que enganam seus cidadãos por meio de uma democracia desmocrática que, de tanto servir o demo, expulsa Deus da urna. Um verdadeiro tratado de política popular baseado em um fato acontecido e sentido na pele pelo autor: a morte (caiu de um prédio em São Paulo) de um prefeito que tentou fazer de sua cidade, a melhor cidade média do mundo, mas foi barrado pelo próprio povo que, em verdade, não gosta e nunca gostou de político honesto.



        E tudo começa quando esse homem do povo, poeta, boêmio, professor, pobre, filósofo, seguidor de Nietzsche, e ainda por cima, extremamente honesto, assume a prefeitura da pequena cidade impregnada de cultura burguesa por todos os cantos... Algo inesperado, com o qual não contava o Centro, e não estava preparada a Periferia.

        A partir desse momento a cidade muda. O povo retoma a praça. Reaprende a cantar. A vida das pessoas começa a ter mais sentido. O próprio ar da cidade muda. É o povo rumo à emancipação. É a periferia acordando de seu sono alienante. É o caos no centro.

EMBRULHOS:

  
Clique para ampliar

    Partindo do bucolismo de um bairro rural da cidade de Monte Alto – SP, memórias de um adolescente se mesclam com seus conceitos adquiridos no processo de maturidade.

    Entre o jovem dos tempos rurais e o adulto que guarda até hoje um recorte de jornal sobre Marcel Proust (1871 – 1922), o autor perfaz sua busca pelo tempo perdido, sua leitura do clássico, o conhecimento vivo levado ao prosaico.

    Neste sentido, o leitor acompanha as mortes do protagonista, que o lança a novas vidas; a vivência rompe as barreiras da moral, do tempo e do espaço, questionando-os sempre de forma corrosiva, chocante.

    A aparente depressão do ainda ser humano que conduz a narrativa se revela, no decorrer dos escritos, como desprezo pelas bases com que se conduzem as sociedades: o individualismo insurgente na aparente comunidade (que se desfaz quando o capital entra em cena, por exemplo, comprando com naturalidade o sexo) e a gana pelo dinheiro e a valorização do material acima da dignidade humana.



AUTOR

Luiz Mozzambani Neto


Luiz Mozzambani Neto, autor independente do interior de São Paulo, cidade de Monte Alto

 
Formado em Letras, militante cultural (diretor da AGCIP - Associação Gestão Cultural no Interior Paulista  www.agcip.org.br), militante político (filiado ao PT),  pai de Gabriel (o filho de carne e osso) e de EMBRULHOS e A CIDADE QUE MATOU A ESTRELa (os filhos de papel) além de ter participado em 2004 da Antologia de Escritores Virtuais: WEB AZUIS - coloridos em branco & preto.
 
"Em EMBRULHOS, meu livro de estreia, eu trabalhei mais minha "literaturidade", digamos, em contos que retratam a vida de um menino caipira que sonha em ser escritor e na ansia de ser Proust acaba misturando seus planos existenciais e confundindo-se com sua própria obra...
 
Já em A CIDADE QUE MATOU A ESTRELA procurei aproveitar toda a experiência de 3 anos como Gerente de Divisão de Cultural junto à prefeitura de Monte Alto durante o mandato de Gilberto Morgado (jogado de um prédio em São Paulo em 09 de junho de 2006) que na verdade é a personagem principal do livro. Trata-se mais de uma crítica politicossocial muito embora  feita de forma alegórica e universal não deixando de apresentar traços do realismo fantástico que é, afinal, meu estilo."
LINKS

Faça uma visita no Blog de Mozzambani, conheça mais sobre o autor e aproveite também para ler vários trechos dos livros.

Conheça o Blog de Mozzambani :  www.embrulhos.blogspot.com

Mozzambani no Twitter :  http://twitter.com/Mozzambani

"A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo."
(Joseph Addison)


 

 

Untitled Document





















 

Menu
Desenvolvido por SOS Designers
Proibido a reprodução total ou parcial do conteúdo deste
Site sem a prévia autorização.
Web Point Club - 2006 - 2010
Todos os direitos reservados ®
Melhor resolução 1024 x 768